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Descripción
Intérprete asociado: Henrique & Diego feat. Simone y Simaria
Compositor: Ruan Soares
Compositor: Michel Alves
Letra y traducción
Original
Poxa, como ela tava linda! O tempo não passou mesmo pra ela.
Mudou o corte do cabelo, mas as covinhas do sorriso continuam o charme dela.
Só aquele cara estranho, no lugar que era meu, beijando a boca que era minha.
Foi aí que aconteceu: minha mão congelou, coração disparou, quando com um beijo de amigo me cumprimentou. Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu. Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu, só seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu, só seu! Vai. Chora não, molequinha.
Vamos pra cima disso aqui.
Ó como a molequinha tá animada aqui -dentro. -Poxa, como ela tá tão linda!
O tempo não passou mesmo pra ela.
-Mudou. . .
-Mudou o corte do cabelo, mas as covinhas -do sorriso continuam o charme dela. -Aquele cara.
Vê só aquele cara estranho, no lugar que era meu, beijando a boca que era minha.
Foi aí que aconteceu: minha mão congelou, coração disparou- -Quando um beijo de amigo me cumprimentou. -Joga a mão pra cima, Rio de Janeiro!
Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu. Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu. Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu.
Vai, molequinha! Foi de raspão, mas valeu.
-Ô, se valeu- -Sentir o beijo seu.
-Vai! -Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da -boca, voltei no tempo em que eu era seu.
-Uh, aham!
Chora não, moleque.
Traducción al español
Poxa, como ela tava linda! O tempo não passou mesmo pra ela.
Mudou o corte do cabelo, mas as covinhas do sorriso continuam o charme dela.
Só aquele cara estranho, no lugar que era meu, beijando a boca que era minha.
Foi aí que aconteceu: minha mão congelou, coração disparou, quando com um beijo de amigo me cumprimentou. Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu. Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu, só seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu, só seu! Vai. Chora não, molequinha.
Vamos pra cima disso aquí.
Ó como a molequinha tá animada aquí -dentro. -¡Poxa, como ela tá tão linda!
O tempo não passou mesmo pra ela.
-Mudou. . .
-Mudou o corte do cabelo, mas as covinhas -do sorriso continuam o charme dela. -Aquel cara.
Vê só aquele cara estranho, no lugar que era meu, beijando a boca que era minha.
Foi aí que aconteceu: minha mão congelou, coração disparou- -Quando um beijo de amigo me cumprimentou. -¡Joga a mão pra cima, Río de Janeiro!
Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu. Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu. Foi de raspão, mas valeu.
Ô, se valeu, sentir o beijo seu.
Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da boca, voltei no tempo em que eu era seu.
¡Vaya, molequinha! Foi de raspão, mas valeu.
-Ô, se valeu- -Sentir o beijo seu.
-¡Vaya! -Foi de raspão, mas valeu.
Foi no canto da -boca, voltei no tempo em que eu era seu.
-¡Eh, aham!
Chora não, moleque.